A corrida eleitoral para o Senado no Paraná começa a se intensificar com o início da propaganda eleitoral, e os candidatos de direita já enfrentam desafios significativos. Apesar de o PSD ter indicado Cristina Graeml como sua candidata, a recepção ao seu nome tem sido fria. Prefeitos, deputados e vereadores parecem distantes de sua candidatura, o que a leva a uma situação de isolamento político, descrita como uma leprosa na política local, sem uma proposta clara que atenda aos interesses da população.
Cristina Graeml tentará utilizar seu tempo de televisão para superar essa resistência, uma estratégia que também será adotada pelo deputado federal Filipe Barros, do PL. No entanto, Barros entra na competição já em desvantagem, enfrentando uma situação de desidratação em sua imagem perante o eleitorado.
Outros candidatos, como Deltan Dallagnol, do Novo, também planejam aproveitar os meios de comunicação para se conectar com o público. Dallagnol busca transmitir sua mensagem de forma acessível, enquanto Gleisi Hoffmann, do PT, acredita que os recursos financeiros provenientes do governo e o apoio de partidos aliados serão determinantes para sua campanha.
Em meio a esse cenário conturbado, o deputado estadual Alexandre Curi, do Republicanos, se destaca por acumular apoios e por isolar cada vez mais seus concorrentes, como Cristina Graeml, Filipe Barros e Deltan Dallagnol. Essa dinâmica acirra a competição entre os candidatos de direita, que se veem em uma luta acirrada pela preferência do eleitorado paranaense.
À medida que a propaganda eleitoral avança, a disputa pelo Senado no Paraná promete ser marcada por conflitos internos entre os candidatos de direita, que buscam a atenção dos eleitores em um ambiente político cada vez mais polarizado. O resultado dessa disputa poderá impactar significativamente a configuração do Senado Federal, especialmente com a proximidade das eleições, previstas para 25 de outubro de 2026.


