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Sérgio Moro defende união e projeto de governo para o Paraná em evento

O candidato ao governo do Paraná, Sérgio Moro, participou de um encontro promovido pelo Podemos Paraná, onde enfatizou a importância da união política e a necessidade de um novo começo para o estado em 2027.

Sérgio Moro, candidato do PL à sucessão de Carlos Massa Ratinho Junior (PSD), participou de um evento promovido pelo Podemos Paraná, onde destacou a necessidade de união entre líderes políticos e a população para enfrentar os desafios do estado. O encontro reuniu prefeitos, vereadores, ex-vereadores e outras lideranças, que discutiram os gargalos da administração atual e as perspectivas para um novo recomeço em 2027.

Durante a reunião, o deputado federal Felipe Francischini (Pode) e a presidente do Podemos Paraná, Lu Bonatto (Pode), enfatizaram que a mudança deve partir do paranaense. A prefeita de Ponta Grossa, Elizabeth Schmidt (PL), e outros políticos locais, como o ex-vereador Chico do Uberaba e o suplente de Filipe Barros (PL), Paulo Base, também marcaram presença, refletindo a mobilização em torno da candidatura de Moro.

Moro manifestou sua disposição para enfrentar os problemas do estado e reafirmou seu compromisso em defender os aliados que se mantiverem ao seu lado. Ele acredita que a colaboração mútua é fundamental para o sucesso do projeto político, que visa promover melhorias significativas para o Paraná.

Felipe Francischini, por sua vez, reiterou seu apoio ao senador e mencionou que o estado possui características que o tornam único, como uma economia forte, um setor agropecuário destacado e uma cultura de cooperativismo. Ele afirmou que a força do Paraná vem de sua população e do comércio, o que dá esperança para um futuro melhor sob a liderança de Moro.

O evento deixou claro que a expectativa é de um novo ciclo político, onde a união e a colaboração entre os diferentes setores da sociedade serão essenciais para alcançar os objetivos propostos. A visão de Moro para o governo estadual é pautada por um compromisso com a transparência e a equidade, buscando evitar as perseguições políticas que, segundo ele, têm sido comuns na atual administração.